Nos últimos anos, muita gente passou a questionar: será que ainda é mesmo necessário ter um antivírus instalado no notebook?
Com os avanços do Windows Defender e de outros recursos de segurança, a dúvida faz sentido. Mas a verdade é que em 2025 o risco de ataques cibernéticos ainda é muito alto, e negligenciar a proteção pode sair caro.
O que mudou nos antivírus
Antigamente, antivírus eram pesados, lentos e atrapalhavam o desempenho do computador. Hoje, os softwares evoluíram:
- Consomem menos memória.
- Têm atualização automática.
- Incluem camadas extras, como firewall, proteção contra phishing e até VPN.
O Windows Defender é suficiente?
O Windows 11 já vem com o Windows Defender ativado, que cumpre bem a função básica de proteção. Porém, ele não é imbatível:
- Não detecta todas as ameaças mais recentes.
- Falha em alguns ataques de phishing.
- Não substitui backups ou camadas adicionais de segurança.
O que considerar em 2025
Mesmo com um sistema atualizado, o usuário continua exposto a riscos como:
- Links maliciosos enviados por e-mail.
- Downloads falsos disfarçados de programas.
- Golpes bancários online.
Um antivírus atualizado ainda faz diferença para quem usa o notebook no dia a dia para trabalho, estudo ou operações financeiras.
Boas práticas além do antivírus
- Manter o Windows sempre atualizado.
- Evitar baixar programas piratas.
- Usar senhas fortes e autenticação em dois fatores.
- Fazer backup regularmente.
Conclusão
Em 2025, o antivírus continua sendo uma ferramenta importante. Ele não é a única barreira contra ataques, mas é parte essencial de um pacote de proteção.
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